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Educandário Syllabatim

Educandário Syllabatim

Quinta, 02 Agosto 2018 02:24

2º ESCOLA ABERTA SYLLABATIM

Sua participação é fundamental para traçarmos a melhor rota no caminho acadêmico dos nossos alunos.

Terça, 22 Setembro 2015 16:21

Feira da Cultura - Tema: Cinema

A nossa Feira da Cultura 2015 teve como tema o Cinema.  A sétima arte foi palco para muita aprendizagem envolvendo as diversas matérias do currículo escolar.

Essas fotos mostram o empenho tanto dos alunos e pais assim como de todo nosso corpo docente. Os alunos foram avaliados nesse dia pelo seus professores e mostraram que sabiam de tudo na ponta da língua para nossos visitantes.  De quebra, levaram como aprendizagem o respeito pelo outro, a falar em público, o trabalho em equipe e tudo mais.  PARABÉNS A TODA COMUNIDADE ESCOLAR!!

Qual mãe nunca teve uma discussão com um filho pequeno que se recusava a ouvir um “não”? Aliás, seria sensato dizer que toda mãe, em algum momento, se vê às voltas tentando encontrar a melhor maneira de fazer uma criança entender a necessidade de aceitar o não. Afinal, tente imaginar como seria a vida da criança se você dissesse “sim” para tudo: Pode dormir na casa do amiguinho todos os dias, substituir o almoço por bala e chocolate, ter todos os brinquedos que deseja no mesmo dia em que são lançados e nenhum limite para nada na vida.

Trabalhar o “não” em casa não é somente uma questão de impedir que a criança torne-se mimada. É sobre criar limites e prepará-la para encarar a vida adulta futuramente de um modo maduro.

Dizer não ensina a viver melhor em sociedade
Há quem caia na cilada de imaginar que aceitar tudo que os filhos querem e pedem seja uma forma de aproximação, um facilitador para ganhar o apreço deles. O efeito colateral disso é ter que lidar com o risco da criança substituir os laços afetivos por valores materiais. Se você sempre diz sim a tudo, quando disser não pela primeira vez, obviamente, a reação será o estranhamento.

Em vez de trazer real proximidade, a criança passa a ver os pais como uma fonte de bens materiais, sejam guloseimas, brinquedos, passeios, etc. Diante da negativa, pensarão que estão sendo punidos e se sentirão no direito de ficarem ofendidos.

Antes de te enxergar como provedora, a criança precisa reconhecer e respeitar seu papel de educadora. Sendo assim, o pulso firme, apesar de muita gente achar difícil colocar em prática, é necessário.

Atentar para isso não se resume somente ao convívio familiar. Essas bases vão nortear a forma como seu filhoirá lidar com o mundo. Na escolinha, uma criança que quer tudo para si e não sabe reconhecer limites, poderá ter sérios problemas de disciplina e desempenho, diante de uma postura mais austera com um professor.

Os relacionamentos de uma pessoa que não sabe conviver com o não também tendem a ser cheios de problemas. Mais adiante, pense na vida adulta e faça uma analogia com uma situação comum entre crianças: Quando seu orçamento aperta antes do mês acabar e você precisa pedir um adiantamento de salário,  no mês seguinte você recebe o salário integral? Isso simplesmente não acontece e você se vê obrigada a enxugar as contas para não ficar no vermelho. Pois bem, se quando adulta o adiantamento significa saber que o próximo salário virá mais magro, porque você cederia aos apelos do seu filho para adiantar a mesada e daria odinheirodo mês seguinte integralmente? Qual o ensinamento disso?

Dar uma mesada não é simplesmente separar uma quantia de dinheiro para a criança periodicamente, é preciso observar como é a conduta dela para a organização financeira. O intuito é que ela aprenda, através de pequenas coisas no cotidiano, como deve cuidar do dinheiro.

Pode ser que a primeira mesada seja toda torrada na primeira semana com bobagens, mas se você negar dar mais dinheiro, isso vai servir como lição. Aos poucos, através dos próprios erros, a criança terá a noção de que precisa guardar parte do dinheiro para que ele dure o mês inteiro. Delegar algumas responsabilidades com essa grana também é fundamental, para que ela saiba diferenciar aquilo que é necessário daquilo que é supérfluo.

Isso será útil no futuro para que ela saiba administrar o dinheiro do primeiro salário, para sair de casa com boas noções de como administrar a própria grana, sem meter os pés pelas mãos assim que sair da proteção do lar familiar.

A experiência de educar é desafiadora. Pode ter certeza que diante de alguns “nãos” amargos na infância, seu filho irá chorar, fechar a cara, ficar emburrado por uns dias. É realmente duro, mas é preciso ter convicção de que este é um esforço necessário para trabalhar a formação da criança. Amar é educar, é ensinar valores e deixar que as dificuldades também ensinem. Quando estiver vacilante, lembre-se: a falta de limites é o principal obstáculo para a liberdade no futuro.

Fonte: Uol

Terça, 01 Setembro 2015 20:23

Dia da Feira

O Jardim III resolveu dar uma ajudinha em casa e fez a feira para a família.

Terça, 01 Setembro 2015 19:25

Culinária

INTUITO É QUE PEQUENOS APRENDAM A LIDAR COM O DINHEIRO, PLANEJAR OS GASTOS DENTRO DO ORÇAMENTO E FICAR LONGE DE DÍVIDAS.

Analisar as contas de energia de casa e elaborar um plano de redução de consumo e gastos para discutir com os pais são um exemplo de atividade proposta em livros de educação financeira usado nas escolas. A disciplina não faz parte do currículo oficial das instituições de ensino, mas vem ganhando espaço na rede privada de educação. A intenção é que os pequenos se tornem adultos que saibam lidar com o dinheiro, planejar os gastos dentro do orçamento disponível, ficar longe de dívidas e ter reservas financeiras.

“O estímulo não é para que as crianças queiram ser ricas, mas para que elas saibam lidar com o dinheiro no seu dia a dia. Isso fará com que elas tenham menos problemas financeiros, logo terão menos estresse e assim terão mais qualidade de vida”, explica o autor de livros de educação infantil para o ensino médio e especialista no tema, Álvaro Morelli.

Não há um consenso entre os especialistas sobre a idade ideal para que as crianças comecem a ter noções de educação financeira. Alguns efendem que o conteúdo deve entrar no currículo escolar já a partir da educação infantil, outros acreditam que o melhor é começar no ensino fundamental.

Para Morelli, o importante é que o conteúdo seja adequado à idade dos estudantes e trate de situações práticas da rotina das crianças e dos adolescentes para despertar o interesse e facilitar o aprendizado. “A educação financeira infantil não deve trazer assuntos de adultos para as crianças. É preciso falar de dinheiro relacionado a brinquedo, passeio, lanche e aí introduzir fundamentos de educação financeira”, defende.

Seguindo a tendência de interdisciplinaridade apontada pelo Ministério da Educação para o ensino, Álvaro Morelli explica que o ideal é que o tema não entre no currículo como uma disciplina isolada, mas seja trabalhada de forma transversal, inserida no conteúdo de matérias como matemática, história, artes e física.

Os especialistas explicam que a educação financeira deve ter uma temática ampla e abordar também o consumo consciente e ambientalmente sustentável. São orientações para as crianças cuidarem dos próprios brinquedos, do material escolar, apagar a luz ao sair do quarto e fechar a torneira enquanto escova os dentes.

Além do impacto que o aprendizado pode ter na vida dos jovens e crianças, quando os pais não têm uma situação financeira organizada, a orientação que os filhos recebem na escola pode fazer a diferença em casa. “Temos casos de pais saindo do endividamento depois que aprenderam educação financeira com os filhos. É um processo cíclico. Aliás, como foi a educação ambiental, como vai ser a educação para o trânsito", diz o educador da Educação Financeira Reinaldo Domingos.

A capacitação dos professores é outro elemento fundamental nesse processo. Em alguns casos, é preciso primeiro incorporar a educação financeira à vida dos professores, para que depois eles transmitam o conteúdo aos alunos, segundo Reinaldo Domingos. “O professor acaba assumindo para ele primeiro a educação financeira, para arrumar a vida e a da família dele, aí é treinando pedagogicamente para colocar esses ensinamentos para as crianças de forma ordenada”, diz.

Quinta, 13 Agosto 2015 18:04

Dia dos Pais

Para comemorar esse dia, nossos alunos jogaram futebol de lençol com seus pais ou responsáveis.  A disputa foi acirrada!!

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